Mobilização das famílias e da sociedade pelo direito de todos e cada um dos brasileiros à educação de qualidade.
MARCIA SARAIVA PRUDENCIO
O OBJETIVO DESTE BLOG É OFERECER INFORMAÇOES SOBRE AS POLÍTICAS PÚBLICAS EM EDUCAÇÃO.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Formação pela Escola
Formação pela Escola
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) quer estimular toda a comunidade escolar a contribuir ainda mais com a qualidade na educação. Por isso, criou o FormAção pela Escola, em parceria com a Secretaria de Educação a Distância (SEED/MEC).
O FormAção pela Escola é um programa de formação continuada, na modalidade a distância, que tem como objetivo contribuir para o fortalecimento da atuação das pessoas envolvidas com execução, acompanhamento, avaliação, controle e prestação de contas de programas do FNDE.
Uma Formação pela Cidadania
Com o FormAção pela Escola será formada uma rede de cidadãos, voltada para a gestão e o controle social dos recursos públicos destinados à educação e aplicados pelos programas do FNDE em todo o território nacional. Você pode e deve contribuir com essa ação que busca melhorar a qualid ade da educação em nosso país.
Acesse o site do FormAção pela Escola
O FormAção pela Escola é um programa de formação continuada, na modalidade a distância, que tem como objetivo contribuir para o fortalecimento da atuação das pessoas envolvidas com execução, acompanhamento, avaliação, controle e prestação de contas de programas do FNDE.
Uma Formação pela Cidadania
Com o FormAção pela Escola será formada uma rede de cidadãos, voltada para a gestão e o controle social dos recursos públicos destinados à educação e aplicados pelos programas do FNDE em todo o território nacional. Você pode e deve contribuir com essa ação que busca melhorar a qualid ade da educação em nosso país.
Acesse o site do FormAção pela Escola
Estou Tutora do Progarama Formação pela Escola, no Munícipio da Serra.
Em março estaremos abrindo novas turmas com os seguintes temas:
- Programa Dinheiro Direto na Escola
- Programa de Transporte do Escolar
- Programas do Livro
- Programa Nacional de Alimentação Escolar
- Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb
- Prestação de Contas
- Controle Social para uma Gestão Cidadã e
- Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação - SIOPE
- Programa de Transporte do Escolar
- Programas do Livro
- Programa Nacional de Alimentação Escolar
- Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação – Fundeb
- Prestação de Contas
- Controle Social para uma Gestão Cidadã e
- Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação - SIOPE
O curso é de 40 horas, sendo 32 a Distancia e 08 horas presenciais, as quais provavelmente. ocorrerá na EMEF Ministro Petronio Portella - Mata da Serra - no noturno.
As escolas que desejarem formar um grupo único, estou a disposição para fazer as aulas presenciais no PL. Ressalto que, para abrir uma turma, é necessário no mínimo 30 alunos (as).
O curso é feito na plataforma moodle, com avaliação e impressão dos certificados no SIFE. Tudo isto é explicado com antecedência.
Manifestar desejo através do email: marciasaraivap2008@hotmail.com
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012
Na abertura dos trabalhos do Legislativo, na última quinta-feira (2), a mensagem da presidente Dilma Rousseff destacou como prioridade para este ano o desenvolvimento das políticas voltadas para a primeira infância. "Se formos capazes de garantir mais e melhor atenção e proteção a essa faixa etária, atuaremos sobre uma das origens da desigualdade em nosso País", avaliou a presidente. Na Câmara, o tema vem sendo debatido há mais de um ano na comissão especial sobre o Plano Nacional de Educação (PNE – PL 8035/10).
Gleisi Hoffmann (Ministra-chefe da Casa Civil) entrega ao presidente do Congresso Nacional, José Sarney, mensagem da presidente Dilma Rousseff, na presença do presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia
A proposta do PNE, que determina as metas para a educação brasileira na próxima década, prevê a universalização do atendimento pré-escolar das crianças entre 4 e 5 anos de idade até 2016. Já no caso das crianças de até 3 anos, o objetivo é a oferta de creches para 50% do grupo até o final da vigência do plano.
O deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), que integra a comissão especial do PNE, avalia que o governo não deverá cumprir esses objetivos no prazo estipulado. "Tendo em vista a execução orçamentária dos últimos anos e a baixa infraestrutura que vem sendo colocada à disposição da educação infantil, é pouco provável que consigamos atingir esse índice", alertou.
Marinho explicou que a meta de 50% de atendimento em creches é a ideal, já que muitas famílias priorizam o aprendizado familiar nessa faixa etária, em detrimento do ensino formal. No entanto, segundo ele, faltam políticas efetivas voltadas para esse público dentro e fora da escola. "As crianças chegam à etapa de alfabetização com deficiências cognitivas graves, que prejudicam todo seu desenvolvimento na vida escolar", disse.
Educação não formal
Para combater as dificuldades na vida escolar, o coordenador da Frente Parlamentar pela Primeira Infância, deputado Osmar Terra (PMDB-RS), defende a execução de políticas de educação não formal destinadas a essa faixa etária, além do atendimento escolar usual. A ideia, segundo ele, é formar grupos interdisciplinares das áreas de saúde, educação e assistência social para auxiliar as famílias durante o desenvolvimento das crianças.
"Esse tipo de experiência existe em outros países e em alguns locais do Brasil e tem tido bons resultados. O período crítico do desenvolvimento humano não é a partir dos 4 anos, mas a partir do útero da mãe. A maior parte das competências humanas socioemocionais e de aprendizagem desenvolvem-se até os 3 anos de idade. Uma criança bem cuidada nessa fase tem capacidade maior de aprendizagem e relacionamentos sociais mais sólidos", disse Terra, que também é médico.
A proposta do Plano Nacional de Educação, enviada pelo Executivo em dezembro de 2010, prevê a execução de projetos complementares às creches com orientação e apoio às famílias de crianças com até 3 anos de idade, mas não estabelece metas específicas para o tema.
Reportagem – Carolina Pompeu
Edição – Pierre Triboli
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
MOBILIZAÇÃO SOCIAL PELA EDUCAÇÃO
PARA A EDUCAÇÃO MELHORAR, TODOS DEVEM PARTICIPAR.
O interesse da família pela educação dos filhos é muito importante. As crianças e jovens gostam de saber que os pais valorizam o esforço que eles fazem para estudar. Por isso, vale a pena lembrar:
• Converse com seus filhos sobre o que eles aprendem na escola.
• É importante que eles façam o dever de casa.
• Se seus filhos apresentam dificuldades, peça orientação aos professores sobre como ajudá-los em casa.
• Ensine seus filhos a cuidar dos livros e do material escolar.
• Seus filhos precisam saber que tem hora para brincar, ver televisão, conversar e estudar.
• Ler é fundamental. Incentive seus filhos a criar o hábito da leitura.
• Verifique se seus filhos estão indo à escola e se são pontuais.
• Cuide da saúde de seus filhos e mantenha as vacinas em dia. Se notar algum problema, procure o posto de saúde e o dentista. • Vá à escola, converse com os professores, compareça às reuniões, dê sua opinião. Sua participação é muito importante para o sucesso escolar dos seus filhos.
• Conheça o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) da escola de seu filho.
• Leia bilhetes e avisos que a escola mandar e responda quando necessário.
• Incentive seus filhos a continuar estudando. Quanto mais eles estudarem, mais oportunidades profissionais e pessoais terão.
• A educação é responsabilidade de todos: dos governos, da escola, da família e da sociedade.
Participe da vida escolar dos seus filhos!
Acesse:
http://mse.mec.gov.br/
http://familiaeducadora.blogspot.com
Fale Conosco:
mobilizacaosocial@mec.gov.br
Deus, autor da vida. Estamos juntos em oração. Juntos como determinaste. E juntos sentimos a Tua presença e consagramos esse novo ano. E juntos pedimos-Te que possamos ser fiéis à vocação que nos foi confiada.
Que neste novo ano, Senhor, nos lembremos da vocação de ensinar. Que sejamos tocados pelo Teu amor, para que possamos partilhar amor. Que estejamos entusiasmados, cientes do sublime papel de tocar a alma e de ajudar o aluno a entender que vale a pena aprender, e aprender sempre, para que sejam, ao mesmo tempo, mais sábios e mais humildes.
Que neste novo ano, Senhor, os alunos estejam mais receptivos. Que se abram para a eterna novidade da vida, da amizade, do amor. Que nas salas de aula, o Teu espírito esteja presente, tocando no coração de todos nós, sem distinção. (...).
Que, neste novo ano, cada funcionário se regozije de sua missão. Que ninguém se sinta diminuído, e que o respeito seja o guia de cada relação. (...) Que, nessa escola (Secretaria, conselho...), um clima de harmonia possa reinar. Que cada canto e recanto seja abençoado. Que os acidentes sejam pequenos e não retirem o sorriso e o encanto das pessoas que aqui vêm para exercitar a arte e a missão de construir a felicidade.
Que sejamos todos acolhedores e nos sintamos todos acolhidos por estarmos juntos, aqui.Que os pais possam estar mais presentes. Que se lembrem de que são os primeiros educadores e que não podem relegar à escola o seu papel de condutores de toda a vida.
Que os pais se amem.
Que a violência não encontre guarida na casa dos nossos alunos.
Que a serenidade vença a agressividade, e que o amor jamais tire folga.
Senhor, abençoa este novo ano letivo! Queremos renovar nossa fidelidade ao Teu chamado. Queremos renovar nossa disposição de viver a vida a serviço de uma grande causa, da causa do amor. E que o amor, esse sentimento divino e humano, esse sentimento que sintetiza Tua essência, nossa essência, seja a razão de estarmos aqui.
GABRIEL CHALITA(Educar em Oração)
Um ótimo ano letivo a todos profissionais da Educação!
Que neste novo ano, Senhor, nos lembremos da vocação de ensinar. Que sejamos tocados pelo Teu amor, para que possamos partilhar amor. Que estejamos entusiasmados, cientes do sublime papel de tocar a alma e de ajudar o aluno a entender que vale a pena aprender, e aprender sempre, para que sejam, ao mesmo tempo, mais sábios e mais humildes.
Que neste novo ano, Senhor, os alunos estejam mais receptivos. Que se abram para a eterna novidade da vida, da amizade, do amor. Que nas salas de aula, o Teu espírito esteja presente, tocando no coração de todos nós, sem distinção. (...).
Que, neste novo ano, cada funcionário se regozije de sua missão. Que ninguém se sinta diminuído, e que o respeito seja o guia de cada relação. (...) Que, nessa escola (Secretaria, conselho...), um clima de harmonia possa reinar. Que cada canto e recanto seja abençoado. Que os acidentes sejam pequenos e não retirem o sorriso e o encanto das pessoas que aqui vêm para exercitar a arte e a missão de construir a felicidade.
Que sejamos todos acolhedores e nos sintamos todos acolhidos por estarmos juntos, aqui.Que os pais possam estar mais presentes. Que se lembrem de que são os primeiros educadores e que não podem relegar à escola o seu papel de condutores de toda a vida.
Que os pais se amem.
Que a violência não encontre guarida na casa dos nossos alunos.
Que a serenidade vença a agressividade, e que o amor jamais tire folga.
Senhor, abençoa este novo ano letivo! Queremos renovar nossa fidelidade ao Teu chamado. Queremos renovar nossa disposição de viver a vida a serviço de uma grande causa, da causa do amor. E que o amor, esse sentimento divino e humano, esse sentimento que sintetiza Tua essência, nossa essência, seja a razão de estarmos aqui.
GABRIEL CHALITA(Educar em Oração)
Um ótimo ano letivo a todos profissionais da Educação!
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Letras em conflito
Letras em conflito – Tribuna do Planalto Thaís Lôbo
Letras em conflito – Tribuna do Planalto Thaís Lôbo
Você se lembra de ter recebido uma carta de um amigo nos últimos seis meses? Talvez um bilhete ou uma longa missiva de amor? Não?! Calma, não se desespere, não há problema algum com você! Nesses tempos de alta tecnologia, dos tablets e smarthphones, o normal é receber e-mails, torpedos e mensagens de redes sociais. E, como era de se esperar, toda essa inovação foi parar nas escolas. Não é de hoje que jovens levam notebooks para sala de aula, usam os celulares para fazer vídeos e até abusam do famoso "Crtl C" "Crtl V"(copiar e colar) para fazer os trabalhos escolares. Mas, o que antes acrescentava, agora ameaça eliminar uma cultura milenar: a letra cursiva. Isso porque em 46 estados dos Estados Unidos o ensino da letra cursiva será opcional no momento, e tem a previsão de ser banido definitivamente nos próximos anos. A iniciativa é do Common Core Stated Standards Initiativa (Iniciativa para um Padrão Comum de Currículo), grupo que é responsável pela padronização do ensino básico no país. A justificativa do grupo é que as crianças de hoje praticamente não precisam mais escrever à mão, tornando essa forma de escrita ultrapassada. Para eles, o melhor é se concentrar no aprendizado das letras de forma e na digitação. A medida não é obrigatória. As escolas ainda podem ensinar a letra cursiva, caso achem necessário. Mas a recomendação do grupo é que elas deixem de oferecer tal aprendizado.
Polêmica
publicitários," ressalta Regina. Para a pedagoga e autora do livro "Letramento Digital", Débora Duran, o foco da questão não é o tipo de letra, mas a escrita. "Abolir a letra cursiva significa assumir que ela é dispensável ou desnecessária num certo contexto. Isso não compromete a aprendizagem da leitura e da escrita, mas pode comprometer a vida do aluno, se pensarmos na perspectiva do letramento, das práticas sociais de uso da escrita," afirma a pedagoga.
Como o que acontece nos Estados Unidos reflete no mundo inteiro e gera tendências, a medida acabou virando polêmica. Por aqui, a notícia não foi muito bem recebida pelos professores. Para eles, a letra cursiva ainda é necessária. "Ela faz parte da história e da cultura do homem. A letra cursiva é necessária porque caracteriza a nossa escrita à mão", defende Cinthia Rocha, professora de alfabetização da Escola Municipal Isabel Espiridião Jorge. Posição semelhante é a da também professora de alfabetização da Escola Municipal Isabel Espiridião Jorge, Regina de Oliveira. "A letra cursiva faz parte da nossa cultura tanto como a letra de imprensa", alerta ela. Atualmente, não há mais aquela cobrança pela estética da letra cursiva. Se antes os alunos ficavam horas treinando a beleza de sua caligrafia, hoje os professores cobram é o traço correto. "Eu acredito que as duas letras poderiam caminhar juntas, mesmo porque você vai encontrar a letra cursiva em outros suportes, como assinaturas e também em textos e anúncios
In Loco
Segundo Regina, as crianças crescem vendo os adultos assinando e escrevendo coisas em letra cursiva, logo a curiosidade nasce e elas querem aprender esse formato. Poucas possuem resistência, mas, de acordo com ela, é por conta da dificuldade motora que a letra cursiva traz. Regina conta que não aplica aos seus alunos o famoso caderno de caligrafia, pois ela acredita que cada um tem seu próprio traço. A professora explica que hoje é ensinada, primeiramente, a letra de forma por conta da facilidade e da familiaridade que a criança tem, pois ela tem contato com esse formato através de livros, revistas, embalagens, etc. Só depois é introduzida a cursiva. "A cursiva requer maior domínio da coordenação motora por conta do traçado da letra que é contínuo e você não tira o lápis do papel para escrever. Já a letra de imprensa a todo o momento você tira o lápis do papel e os traços são mais retos, por isso é uma letra mais fácil", argumenta a professora. Na turma "C" de alfabetização (correspondente ao 3º ano do Ensino Fundamental) da Escola Municipal Isabel Espiridião Jorge, por exemplo, as crianças foram unânimes ao afirmar que preferem a letra cursiva à de forma. "Eu gosto mais dela porque eu gosto de escrever mais junto e porque fica mais bonita", afirma a pequena Ana Beatriz Rodrigues de Figueiredo, 8 anos. Já Felipe Matheus Gouveia Pio, 8, também prefere a letra cursiva porque a considera mais bonita, mas é sincero ao afirmar que prefere digitar a escrever. "É porque não cansa a mão," brinca.
Letra Cursiva
É a famosa "escrita à mão", "letra de mão". Originalmente é feita pelo próprio punho, mas hoje existem centenas de fontes tipográficas que a reproduzem no computador e daí para os livros, revistas e peças publicitárias. Nesse formato, as letras são ligadas umas às outras, exigindo um único traço para se formar uma palavra inteira. Elas exigem maior coordenação motora e desenvolvimento da leitura. É considerada uma escrita mais rápida e bonita.
Letra de Forma
Nesse formato, as letras são soltas e os traços são retilíneos, fazendo com que sejam necessários vários traços para se formar uma palavra. Além disso, esse tipo de letra diminui o esforço motor, por isso ela é ensinada primeiramente nas escolas brasileiras. É famosa pela facilidade da escrita e legibilidade.
Também conhecida como "letra bastão" e "letra de imprensa". A letra de forma é originalmente tipográfica, mas hoje a reproduzimos também pelo nosso próprio punho.
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